Dinheiro… Pra quê dinheiro?

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“Dinheiro… Pra quê Dinheirio?
Se ela não me dá bola
Em casa de batuqueiro
Só quem fala alto é viola”

Hoje de manhã estava ouvindo essa música, de autoria do Martinho da Vila, e pensei que poderia encaixá-la aqui, já que está diretamente relacionada ao nosso tema central: dinheiro.

Pra quê dinheiro?
Primeiramente, vou colocar aqui as três funções básicas do dinheiro:
1) Meio de troca;
2) Unidade de medida;
3) Reserva de valor.

Se pararmos para pensar rapidamente em como era antigamente, sem o nosso sofisticado sistema financeiro, tudo era mais complicado. Veja: para se comprar uma casa ou uma terra, ou feudo ou o que seja, era preciso carregar baús inteiros com moedas de ouro/prata ou qualquer outra medida de valor que fosse válida como meio de pagamento para se ter a terra ou o serviço desejado. Sem contarmos que, em épocas mais remotas, a prática do escambo (troca de um bem por outro) era a maneira utilizada para se obter algum outro bem ou serviço.

Hoje em dia, as notas que carregamos na nossa carteira, tem essas três características ditas acima, pois com elas você pode: trocar seu dinheiro por algum bem/serviço; ter noção do valor de algum bem/serviço; guardar o dinheiro para utilizá-lo futuramente.

Saindo do escopo teórico e indo pro lado prático:
É da “sabedoria popular” que dinheiro não trás felicidade e só gera intrigas e tudo que tem de ruim.
Pode ser. Mas pode não ser também. Depende de como você o enxerga e age em relação a ele.
Quantas vezes não paramos na vitrine da loja e queremos ter aquele produto da vitrine, mas muitas vezes dizemos a nós mesmos: não tenho dinheiro pra isso…
A questão não é ter o dinheiro realmente para o desejo em si, mas simplesmente dar um destino “mais importante” para o nosso dinheiro, devido às nossas preferências, já que o nosso rico dinheirinho é bastante escasso.

Precisamos ficar ricos, trabalhar que nem condenados, montar empresas, jogar no bicho ou na mega sena para então não termos que enfrentar essas situações?

Não.
Mas é interessante pararmos para refletir sobre o que queremos como padrão de vida para nós mesmos e começar a buscar, através de um plano razoável, atingir a nossa meta. Se o padrão de vida que você deseja requer uma quantidade grande de dinheiro, corra atrás e trabalhe a idéia. Se for um padrão mais simples, não precisa correr tanto para ter isso.

Em suma, se pensarmos no dinheiro, principalmente como nossa maior ferramenta para agilizar nossa vida e satisfazer nossas necessidades, podemos começar a ter uma postura mais razoável sobre ele e nossa riqueza acumulada ao longo de nossas vidas e dos nossos pais.

Forte abraço!

😉