Dívidas: vale a pena trocar uma pela outra? O que preciso verificar antes de fazer isso?

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Conforme no post sobre dívidas no cartão de crédito, fiz as contas para ver se o nosso amigo deveria ou não contrair um empréstimo para quitar sua dívida no cartão de crédito.

Porém, a mecânica ficou um pouco de lado. Mas aqui vão alguns pontos que são interessantes de se analisar quando se contrai uma dívida.

Antes de mais nada é preciso ver qual é a taxa de juros que tem no novo empréstimo/financiamento. É bastante comum as pessoas pensarem que o mais importante é a parcela “caber no bolso”. Isso é um engano. Cuidado!

Veja bem:

Um financiamento pode as vezes ter uma parcela menor, mas uma taxa de juros muito maior. Logo o custo do seu financiamento é a taxa de juros cobrada naquele empréstimo/financiamento.

Ou seja, num financiamento da casa própria, do carro ou de qualquer outra coisa, a taxa de juros é o custo do dinheiro.

Uma taxa de juros maior necessariamente implica em um custo maior no empréstimo, pois isso quer dizer que cada R$ 1,00 que você tome emprestado, terá um custo maior para ser pago. Se a taxa de juros for muito alta, cada R$ 1,00 terá um custo bem alto! Se a taxa for baixa, o empréstimo/financiamento terá um custo menor. Assim, no longo prazo, mantendo sempre essa postura, as suas dívidas irão se reduzir e podem até mesmo ser zeradas! Fique atento a isso!!

Claro que depois de verificado esse numerozinho, vale a pena dar uma olhada na parcela para ver se cabe no bolso, segundo a segunda etapa do seu processo de avaliação. Lembre-se sempre que quando vamos tomar algum empréstimo, seja por qual motivo seja, temos que pensar muito antes de irmos em frente. Pode nos custar caro, e muito caro, conforme coloquei acima.
Em suma: empréstimos ou financiamentos com taxs de juros menores, são os melhores casos, e, com os menores custos!

Alguma dica ou dúvida de algum financiamento que você tenha contraído? Poste aqui, comente com a gente!!!

Forte abraço!

😉