Ações: três formas básicas de se investir neste mercado

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AçõesEsse post é bem rápido e objetivo: as 3 maneiras de se investir em ações.
Compra direta, através de uma corretora;

Fundos de Investimento em Ações

Clubes de Investimento
Veja cada uma delas em detalhes.

Compra Direta: você tem algum dinheiro no banco e resolve comprar ações da empresa X. Chega na salinha lá do gerente e pede para que o banco compre essas ações para você (alguns bancos mandam você utilizar a plataforma “home broker”, disponibilizada por eles através do internet banking). É tudo lindo, maravilhoso? Não. Agora vem a parte importante que você tem que ficar atento: qual é o custo de corretagem (nome do serviço de compra/venda de ativos) e o custo de custódia (quanto eles te cobram para manter a ação lá com eles, mês a mês, período a período)? Isso tudo tem que ser considerado para se botar na ponta do lápis. (Uma rápida olhada no site da Bovespa)

Algumas pessoas utilizam corretoras especializadas no assunto, com o intuito de melhorar a relação custo-benefício. Num outro post eu vou fazer alguns comparativos numéricos para que vocês tenham idéia das diferenças.

Quando eu falo em prestar atenção nesses custos de corretagem e custódia, a pessoa tem que ficar atenta quando for comprar/vender alguma ação. Digamos que o seu banco cobre R$50 de corretagem e R$ 20 de custódia ao mês. E você só tem R$ 200 para investir. De cara, você já perdeu R$ 70 e ficou com um saldo líquido de R$ 130 para investir. Uma roubada né? E se você tivesse R$ 20.000? Os mesmos R$ 70 já não pesariam tanto no seu bolso… Mas isso (custos relativos e custos de movimentação) fica pra outro post.

Fundos de investimento: eu acho muito interessante essa modalidade, já que com muito menos recursos, você tem acesso ao mercado de ações. Há, atualmente, fundos especializados em uma empresa específica, como Vale, Petrobras, e esses fundos geralmente tendem a cobrar mais barato para administrar esses recursos. Quais são os seus custos quando você investe com o fundo de investimento?

Primeiro você precisa ver qual é o aporte inicial (o primeiro tico-tico que você tem que pôr lá dentro). Há fundos com um mínimo de R$ 200, R$ 500, no mercado brasileiro. Há outros cujo valor inicial é R$ 200.000 e ainda tem uma burocracia por trás disso (geralmente fundos com aportes muito grandes requerem do investidor um contrato em que o sujeito atesta estar ciente – investidor qualificado – dos maiores riscos envolvidos). Mas vamos ficar nos fundos de valores pequenos. Além de verificar o valor do aporte inicial e os aportes futuros, ou seja, quanto é necessário, no mínimo, para botar mais uma graninha ali dentro, você precisa verificar a taxa de administração ao ano que o fundo te cobra. Faça chuva, ou faça sol, o fundo vai te cobrar (tirar) aquela taxa de administração. Esse é o custo mais importante na hora de investir num fundo de investimento. Se você tem um fundo que SÓ compra/vende ações da Petrobras e o fundo A cobra 1,5% ao ano, e o fundo B cobra 4% ao ano, qual é o mais barato?

O Fundo A, obviamente. A taxa de administração é o seu custo na modalidade de fundos de investimento.

Clube de investimento: essa modalidade é um pouquinho mais sofisticada, pois você precisa procurar um grupo de pessoas (amigos, familiares, colegas de trabalho, etc), achar uma corretora que ofereça esse serviço e ver o que a corretora exige para fazer isso para vocês. A idéia basicamente é juntar a grana de todo mundo e com o pouquinho de cada um, fazer um bom bolo e conseguir melhores preços na hora de se negociar as ações, com a rentabilidade dependendo do grau de capacitação do administrador do clube (ou do clube inteiro).

Qualquer dúvida, sugestão, depoimento, poste aqui no blog para enriquecermos nosso acervo de informações!

Forte abraço,

😉