Empreendedorismo, empreendedor, empreender… O que é isso, afinal?

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empreendedorismoMinha idéia neste post não é desenvolver nenhuma teoria sobre empreendedorismo. Afinal há matérias em faculdades e institutos especializados no tema, com muitas e muitas horas de duração, que explorarão extensamente o tema. Aos poucos vou pincelando e trocando figurinha com vocês, como neste post de hoje, para tentar dar uma diretriz na hora de se perguntar a respeito do empreendedorismo.

Quantas e quantas vezes ouvimos essa palavra (ou derivações dela): empreendedorismo? Na empresa, entre os amigos, palestras de empresários ou de chefes de departamento… As vezes vira moda num certo ambiente durante algum tempo. Ou ela fica martelando na nossa cabeça sem encontrarmos um significado coerente ou palpável para ela.

Sempre que alguém fala algo sobre empreendedorismo comigo, já começa dizendo assim: “eu não sou empreendedor, não sei ganhar dinheiro além do meu trabalho.” Bom, quem disse que você não pode empreender no seu próprio trabalho?

Eu vou citar aqui uma equação bem simples, que acho que define muito bem o que é empreender e empreendedorismo:

Empreender = agregar valor

Pode parecer tolo, mas é uma forma simplificada de imaginarmos a situação e o conceito. Muitas pessoas pensam: “eu preciso de uma boa idéia ou da cura do câncer para empreender, caso contrário vou trabalhar trabalhar, e nada ganhar.” Infelizmente a pessoa que pensa assim está equivocada.

Quer uma maneira de começar a empreender? Comece de forma bem simples.
Observe ao seu redor, na sua casa, condomínio, bairro, cidade, estado… Vá aumentando o universo conforme necessário. Mas vamos pensar em termos de bairro para ficar mais fácil. O que você acha que falta no seu bairro? Que tipo de produto e/ou serviço está faltando? Ou melhor, qual produto e/ou serviço está sendo oferecido, mas de uma forma ruim aos seus olhos? Será que essa visão é somente sua? Ou outros compartilham dela?

Veja um exemplo:
Dias atrás, caminhei pelo meu bairro à procura de uma academia para malhar. Todas elas tinham preços semelhantes, umas mais caras do que outras, mas nada exorbitante. Evitei as academias top de linha e as academias “trash”. Optei pelas medianas. E percebi algo interessante: boa parte delas tem um primeiro atendimento ao cliente muito ruim. Isso mesmo, aquele bate bola inicial onde a empresa apresenta o seu produto e nós, clientes, compramos ou não. Recepcionistas (ou decepcionistas?) mal humoradas ou mal preparadas, além de uma infraestrutura ruim em algumas ocasiões… Enfim, havia nesses espaços e lugares, características que me fizeram refletir: “opa, eu posso pensar em montar algum empreendimento do gênero academia aqui na localidade, oferecendo o mesmo serviço que eles, mas com um atendimento bem melhor e preparado, cobrando o mesmo preço.”

Claro que não montei nenhuma academia nem nenhum espaço para treinos. Mas na minha andança simples, numa noite qualquer de um dia de semana, encontrei um comércio que deixa muito a desejar em termos de atendimento. Logo, essa é a lacuna que eu posso tentar explorar como porta de entrada para o ramo de academias na localidade. Esse raciocínio é absoluto? Não. Mas pode ser extendido a qualquer outro tipo de empreendimento, serviço e/ou produto.

Em suma, o que eu quero deixar aqui pra vocês sobre empreendedorismo que é: procurem algo que esteja sendo oferecido de forma abaixo das expectativas. Claro que não adianta eu querer pagar um hotel de 3 estrelas e esperar que o atendimento seja igual a um de 5. Mas me refiro a manter um parâmetro, um padrão. Certamente você começará a encontrar boas oportunidades de negócios e de agregação de valor ao longo desse processo.

Ah, conforme o tempo for passando, vou escrevendo mais a respeito e compartilhando com vocês essas idéias, ok?

O SEBRAE também é um excelente auxiliador e fornecedor de dados para a abertura do seu empreendimento!

Veja aqui a segunda parte, a terceira parte e a quarta parte sobre esse assunto!

Forte abraço!
😉